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Os opostos se atraem?

Todos nós já ouvimos, em algum momento da vida, que os opostos se atraem e, possivelmente, muitas pessoas acreditam nessa crença. Mas a verdade é que quando se trata de relacionamentos amorosos, tendemos a fica com quem se parece conosco. E não sou eu que estou dizendo, mas a ciência.

Na série “Explicando o Sexo”, exibida na Netflix, há um capítulo que fala sobre isso, mas basta pesquisar no google que encontraremos diversos artigos e pesquisas mostrando que nos sentimos atraídos por pessoas com as quais compartilhamos características em comum, desde a aparência física a valores e comportamentos.

Quando se trata de amor não existe regras e pessoas completamente diferentes uma das outras podem construir laços duradouros. O mais comum, no entanto, é se envolver, se apaixonar e permanecer com quem temos afinidade, interesses e objetivos comuns. E não é difícil entender o porquê: confiamos em quem tem os mesmos valores, chegamos em consenso com mais facilidade com quem compartilha dos mesmos objetivos e o dia a dia se torna mais simples.

Com a convivência as similaridades aumentam e são descobertas novas semelhanças e, claro, algumas diferenças. Ninguém é cópia de ninguém e, em qualquer relacionamento haverá divergência. Mas, independente do número de diferenças e semelhanças, é importante cultivar os pontos em comum, criar rituais a dois e celebrar as conquistas.

Então, entenda: se você está procurando um mozão para chamar de seu, pode não ser boa ideia buscar pelo seu oposto. Dê uma chance a quem tem gostos, valores, ideais e objetivos de vida parecidos com os seus. E essa pessoa pode estar nos lugares que você mais frequenta: seu trabalho, faculdade, reunião de amigos.

Os apostos podem se atrair, mas os similares se conectam.

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Boas festas

Eu gosto da ideia de ciclos, de renovação, de ter esperança de que tudo vai ser melhor do que é – presentes nesta época do ano. Mas o choque de realidade que vivi em 2019 me ensinou que todos os dias são iguais. Depois de meia noite e o que muda? Nada. Absolutamente nada. Estamos ali diante dos mesmos problemas, dilemas, reflexões e esperanças.

Isso não é um texto pessimista. Ou não deveria. É uma tentativa de dizer que devemos celebrar mais a vida e não aguardar por datas festivas para marcar o encontro com as amigas, ver aquele parente distante, comer o que gosta, presentear quem você ama.

2019 não foi bom para quase ninguém e, claro, a maioria de nós quer se ver livre dele. Eu sou uma dessas pessoas. Creio, de todo coração, que não vou viver um ano tão ruim quanto esse e, que se fui capaz de sobreviver a este ano, darei conta de enfrentar os desafios que vão surgir. E isso é o que desejo a todos: força para enfrentar o que vier.

Desejo também que não façam confraternizações por obrigação, que não comprem roupas novas para desfilar para os outros, que não deem presentes e fiquem endividados, que não façam doações esperando reconhecimento. Que todos possam ser verdadeiros com os outros e consigo mesmo. Que deem e recebam abraços e beijos sinceros. E, se ganharem presentes, que tenham sido comprados com carinho e amor.

Feliz Natal e bom ano novo!

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Quais os hábitos dos casais felizes?

Não há razão para estar em um relacionamento que não faz bem, certo? Mas quando se trata de relações longas e duradouras, muitas pessoas se perguntam o que podem fazer para que a felicidade e o prazer de compartilhar a vida a dois continue. Surpreendentemente, é a simplicidade que faz com que a rotina não atrapalhe o relacionamento e mantêm a felicidade no amor. Inspire-se nestes hábitos e seja feliz!

Tenha interesses comuns

É muito importante ter interesses próprios e cultivar isso, mas desenvolver atividades em parceria com o amor da sua vida faz bem à saúde da relação. Que interesses vocês têm em comum? O que compartilham?

Confie e perdoe

Ao longo de qualquer relacionamento há desentendimentos, desavenças e incômodos. Mas os casais felizes, geralmente, conversam, confiam um no outro e perdoam. Não há relação saudável baseada em desconfiança e hostilidade.

Valorize os pontos positivos

Todos nós temos defeitos e é natural que, passada a fase da paixão, eles passem a incomodar mais. Mas só existem defeitos? É claro que não! E você deve valorizar as qualidades, se orgulhar, admirar e elogiar os pontos positivos da pessoa ao seu lado.

Demonstre carinho

Abrace, beije, diga eu te amo. Por mais tempo que tenham juntos, por mais atribulada que seja a rotina, não deixe de demonstrar carinho, atenção e amor. Acreditar que não é preciso manifestar amor, pois o outro já sabe e convivem há anos juntos, é um erro.

Pergunte pelo seu dia

Nem sempre é possível mandar mensagens e saber como o ser amado está passando o dia. Mas quando for, faça isso. Se não ser, ao chegar em casa pergunte como passou o dia e escute com atenção.

Não durma sem dizer boa noite

Mesmo depois de um desentendimento, diga boa noite. A relação precisa ser maior do que qualquer desavença e, mesmo nos dias em que estiver chateado, não deixe de dizer boa noite. Você pode dormir chateado, mas não precisa deixar o problema ainda maior do que já está.

Mais importante do que qualquer dica é ter consciência de que cada casal tem a sua história, seus hábitos e sua maneira de ser feliz. A felicidade precisa ser construída diariamente.

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Como ajudar uma pessoa traída?

Histórias de infidelidade conhecemos várias, mas o que fazer quando uma pessoa próxima revela que foi traída? Primeiro, tenha em mente que a maior parte das pessoas, por vergonha, não revela esta intimidade. E se alguém revelou para você é sinal de é alguém de confiança.

O impulso inicial geralmente é sugerir que abandone o amado, mas nem todas as pessoas optam pela separação. A maioria deseja reconstruir a relação. É fácil julgar e criticar a escolha de quem quer investir na relação depois da traição. Mas devemos ouvir, tentar compreender, amparar e ajudar.

Certamente, a pessoa já está devastada pela experiência da infidelidade e ao compartilhar seu sofrimento com alguém que confia nem sempre vai em busca de conselhos. Só a própria pessoa é capaz de determinar se deve romper ou continuar a relação.

Você pode ajudar muito sem dar conselhos, falar mal do parceiro infiel ou sugerir o término da relação. Como? Ouvindo com atenção, dando abertura para que a pessoa ferida exponha seus sentimentos, não fazendo juízo de valor, principalmente, se ela afirmar que ainda ama o parceiro, ajudando a pessoa a organizar os seus sentimentos.

A pessoa já está machucada o bastante, é importante que você não conte o episódio para outras pessoas, não transforme o tema em assunto nas rodas de amigos e familiares. Seja discreto, respeite a dor do outro, não quebre a confiança de quem já foi traído.

Demonstre seu apoio, diga que está disponível para o que precisar e que não irá julgar sua decisão. Dê seu colo e seu abraço. Ajude e acalme. Fale que não é preciso tomar nenhuma decisão imediatamente, que ela tem direito de se sentir triste, decepcionada, com medo do futuro. Mas que tudo acabará bem.

Ninguém merece viver uma relação que não faz feliz, mas não somos nós que ditamos como as pessoas devem ser felizes e o que é melhor para elas.

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Insegurança na relação

O medo de perder o parceiro, a sensação de não estar protegido ou seguro na relação, o medo de não ser suficiente, o receio que o parceiro perca interesse é muito mais comum nos relacionamentos do que imaginamos. A insegurança, embora comum, abala e destrói relações.

Em relacionamentos conjugais, a insegurança vem acompanhada de carência, ciúme e pensamentos fantasiosos. O parceiro inseguro passa a idolatrar ou superestimar o cônjuge, sentindo-se indigno de ser amado ou desejado, o que leva a inúmeras desconfianças e discussões.

A insegurança está prejudicando o seu relacionamento? Saiba que é possível superar essa fase e encontrar meios de lidar com essa situação.

Aos inseguros:

Em primeiro lugar, tenha paciência.

  1. Avalie os seus sentimentos: você está com medo de perder o parceiro? Sente ciúme? Tem desconfiança? Agora reflita: você tem motivos para se sentir assim? O que o seu parceiro fez para te deixar inseguro?
  2. Na maioria das vezes a insegurança vem de situações imaginárias e é importante reconhecer isso.
  3. Entenda quais são seus maiores medos e se eles são reais. Muitas vezes encarar o medo e lidar com ele, faz com que a situação seja tangível e contornável.
  4. Desenvolva a autoestima e autoconfiança. Acredite em você. Desenvolva talentos. Pare de ser muito exigente consigo mesmo. Reconheça suas limitações.
  5. Autoconhecimento é importante para ter autoconfiança. Conheça seus pontos fortes e o que pode ser melhorado, isso te deixará mais confiante e seguro.
  6. Não se compare com outras pessoas. Você é único. E a pessoa mada está com você por essa razão.
  7. Cuide da sua saúde física e mental. Sinta-se bem consigo mesmo, incluindo a sua aparência.
  8. Converse sobre seus sentimentos, diga como se sente em relação ao comportamento do parceiro, pergunte. E ouça com atenção. Não adianta perguntar se não deseja ouvir.
  9. Não crie discussões e brigas baseadas em seu achismo. Sua insegurança pode te levar a imaginar situações inexistentes, culpar o outro por coisas que não aconteceram e levar ao fim da relação.
  10. Se for necessário, procure ajuda profissional. Um psicólogo pode ajudar, pois facilita o autoconhecimento e a identificação de rejeições e traumas do passado que levam a inseguranças no relacionamento presente.

Aos que estão sofrendo pela insegurança da pessoa amada:

  1. Antes de qualquer coisa, tenha paciência.
  2. Identifique as queixas do parceiro. Quais são as reclamações? De que você não tem tempo para a relação? Arranjou novos amigos? Dispensa muito tempo às redes sociais? Está cuidando mais da aparência? Arranjou um novo hobby?
  3. Agora avalie o que pode fazer para diminuir a insegurança: explicar a falta de tempo ou dedicar mais tempo à relação, incentivar que o outro também cuida da aparência, apresentar os novos amigos, conversar sobre os seus planos, contar o que fez durante o dia.
  4. Avalie o que tem contribuído com a insegurança: passou a fazer uma atividade nova? Está sem tempo para a relação? Está cuidando mais da aparência? Arranjou novos amigos?
  5. Diga o que sente, elogie, demonstre seu afeto, deixe claro a importância do relacionamento para a sua vida. Ninguém tem como adivinhar o que você pensa sobre ela se você não disser.
  6. Não minta nem omita informações. Às vezes, por medo de gerar mais ciúme e insegurança, as pessoas deixam de contar tudo que se passa com elas. Encontram alguém na rua e não falam, conhecem alguém e não mencionam, vão a um happy hour e citam os presentes. Até que o outro descobre e isso causa grande confusão.
  7. Tenha atenção a maneira como age. Você estimula ou não a insegurança? Procura explicar as situações fantasiosas ou ainda debocha delas?
  8. Qual é o momento da relação? Namoros recentes, quando as pessoas estão se conhecendo, tendem a ter mais a ciúmes e insegurança. No entanto, a insegurança pode abalar casamentos que já duram anos. E, se estava tudo bem e a insegurança passou a existir, pergunte-se o porquê. O que tem gerado esse medo de perder?
  9. Se for necessário, procure ajuda profissional. Um psicólogo pode ajudar a lidar com esse momento de uma maneira mais saudável.

Ninguém precisa viver sobre pressão, ter medo de falar, esconder o que fez, procurar erros no outro, desconfiar da pessoa amada, ter dúvida do que o outro sente, se sentir desconfortável na relação. Um relacionamento amoroso deve ser feliz, deve trazer bem-estar e alegria.

Relacionamentos, principalmente os longos, passam por momentos de divergências e conflitos. Que terminam. Se a sua insegurança está fazendo mal a você e a relação, procure ajuda. Se você está sofrendo com a insegurança do companheiro, procure ajuda.

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